O futuro rei do YA e sua rainha na tela discutem sua adaptação “excitante”, “After”.

No Dia dos Namorados, o primeiro trailer oficial de After provocou uma história de amor diferente de qualquer outra que o grupo YA provavelmente viu nas telonas sem a supervisão de um adulto. Além de colocar os adolescentes e os pais em alerta máximo, o trailer nos apresentou duas estrelas em formação: Hero Fiennes Tiffin e Josephine Langford, que interpretam os amantes Hardin e Tessa. Baseado na série de livros After, After, o filme, que chega aos cinemas em 12 de abril, segue Tessa por um buraco de coelho de 50 tons, adjacente a Hardin, uma presença de Harry Styles que ela encontra em seu campus universitário.

Como os românticos protagonistas do filme, Fiennes Tiffin e Langford podem estar na crista de um blockbuster de busca de calor, mas nenhum dos dois é um estranho para o brilho do holofote; Nascido em Londres, Fiennes Tiffin é sobrinho dos atores Joseph e Ralph Fiennes, enquanto sua colega australiana é irmã de Katherine Langford, estrela de Os 13 Porquês. Mas, como descobrimos quando o casal na tela sentou-se recentemente com V, experimentar a fama em primeira mão é outra história – que inclui tudo, desde assistir a suas próprias cenas escandalosas com a família ao manuseio de cobras.

Leia a entrevista completa abaixo:

 

JL: Devo começar? Vamos apenas falar aleatoriamente. Como você era na escola?

HFT: Acho que eu era muito diferente na escola. Eu mudei muito, mas eu era um cara legal, eu acho. Eu não me meti em muita confusão. Quando olho para trás, sinto falta daqueles momentos com meus amigos. Como você era na escola? O que te atraiu a atuar, ou quando você pegou o rumo?

JL: Na escola, eu era a criança estranha, eu acho. Mas no começo eu achei [atuar] divertido e sabia que era algo que eu queria fazer, então [eventualmente] eu comecei a tentar entrar na indústria.

HFT: Eu sei o que você quer dizer. Todo mundo é estranho na escola, na verdade. Qual foi sua primeira obsessão quando criança? Eu acho que sei… Foi “Eurovision”? Podemos concordar que discordamos que isso seja mais importante que a Copa do Mundo…

JL: [Risos] Ah! Eu amo o Eurovision! É a melhor coisa do mundo e deve ser uma visualização obrigatória. Eu poderia falar sobre isso por um tempo…

HFT: Falando de música, foi One Direction, [a inspiração para After], um grande sucesso crescente na Austrália?

JL: Foi tão grande quanto em qualquer outro país. Eu escutei um dos seus álbuns e pensei que era bom, mas eu não, necessariamente, fazia parte do fandom.

HFT: Você soou bastante defensiva aí! [Risos]

JL: [Risos] Eu acho que eles estão indo bem como artistas solo! Você era fã? Que música você gosta?

HFT: Eu gosto de pensar que eu ouço uma variedade, mas minha playlist é dominada pelo rap do Reino Unido. E você?

JL: Um monte de coisas. São músicas honestamente individuais, em oposição a artistas ou álbuns – o Spotify realmente contribuiu para isso. Que livros você leu quando criança? Você era um grande leitor?

HFT: Hum, eu definitivamente não li tanto quanto deveria [ler]. O primeiro livro que li foi Horrid Henry – Vocês tiveram isso? É sobre esse garoto, Henry, que está em apuros o tempo todo e aborrece seu irmão, Peter. Eu sou o mais novo [na minha família], então eu me identifiquei mais com Peter, e meu irmão era mais um Henry. Enfim, estou me aprofundando muito nisso [de ler].

JL: Falando sobre livros, como você conseguiu sem papel em Harry Potter e o Enigma do Príncipe?

HFT: Minha mãe é diretora no Reino Unido e ela conhecia as pessoas que estavam escolhendo o elenco; eles não tinha encontrado [alguém para] o papel [do jovem Tom Riddle] ainda e perguntaram se um dos filhos dela queria fazer audição. Ela teve que me persuadir um pouco; Eu não achei que ia conseguir o papel e [fazer audição] significava perder seis dias de aula, basicamente. Mas, eventualmente, eu consegui o papel, para minha surpresa…O que você achou de After quando leu o roteiro?

JL: Eu estava em um avião na primeira vez que li. Achei que era uma ótima história e que era um pouco excitante. [Com o tempo] eu ganhei mais confiança no que estávamos fazendo e fiquei mais e mais ansiosa para o filme. E você?

HFT: Sempre achei difícil responder esse tipo de pergunta… Mas [eu reagi] estranhamente parecido com você; [Achei] que era uma ótima história.

JL: Tem alguma cena que você está ansioso para assistir no filme? Ou uma que você não está ansioso para ver? [Risos]

HFT: Eu não estoy ansioso para ver muitas cenas com meus amigos e minha família. Estou ansioso para assistir as cenas em que eu não estou, tipo as cenas que você volta pra casa… Foi um desafiou manter seu sotaque americano para a Tessa?

JL: Não foi, porque eu tentei falar desse jeito o máximo que podia, às vezes muito irritante.

HFT: Por quanto tempo você manteve o sotaque?

JL: Acho que eu estava até usando isso [fora do set]. Tem algumas situações, quando você está na América, que as pessoas te entendem melhor sem sotaque australiano. Quando você leu o roteiro, imaginou alguém como Tessa?

HFT: Outra atriz [que precisou sair] foi originalmente escalada para interpretar a Tessa, então minhas expectativas mudaram [a esse respeito], obviamente. Mas depois disso, o processo foi direto; Eu não criei nenhuma expectativa, realmente.

JL: Eu não imaginei mais ninguém também… Você é britânico, e seu personagem era britânico, então isso atendeu às minhas expectativas. Você não tem tatuagens e o personagem tem, então isso os desafiou! Em termos de colaboradores, há algum com quem você gostaria de trabalhar?

HFT: Minha mãe. Adoraria ser dirigido pela minha mãe.

JL: Essa é uma boa resposta! Você já ficou “tietando”?

HFT: Eu acredito que não. Você já?

JL: Não. Teve uma entrevista que fiz há 2 anos atrás e que ficou um pouco fora de contexto, dizendo que eu estava “tietando” alguém em um filme. Mas isso não aconteceu realmente. Definitivamente, existem pessoas que conheci e que respeito, mas estou realmente consciente do fato de que por trás [da fama] há um ser humano e uma pessoa normal.

HFT: Você tem algum medo? Do que tem medo?

JL: [Rindo] Fico feliz que tenha perguntado isso! Há um mito que está sendo perpetuado de que eu tenho medo de cobras. E eu não tenho medo de cobras!

HFT: [Rindo] Você sabe onde isso começou?

JL: Você!

HFT: Ok, foi uma suposição incorreta, baseado no fato de que você é da Austrália, mas você se assustou com aqueles pequenos insetos aquáticos, eu presumi que você também teria medo de cobras. [Risos] Me desculpe por criar o boato.

JL: Eu só quero esclarecer que eu tenho uma apreensão muito normal e natural em relação aos animais que podem matá-lo como cobras ou ursos, mas eu nunca vou gritar ou dar chilique se eu o ver porque isso seria incrivelmente estúpido. Eu segurei uma cobra para um ensaio fotográfico!

HFT: Oh! Eu também! Para uma ensaio diferente. Como foi para você segurar a cobra?

JL: Eu pedi para segurar a cobra. Era uma cobra albina muito fofa e eu fiquei tipo “Posso segurá-la?” Eu acho que o nome dele era Ben. Como foi segurar sua cobra?

HFT: Por sorte, ele fez xixi no dono antes de eu pegar, então não teve que fazer xixi em mim. Foi legal, mas eu não me sinto tão inclinado a segurar a cobra. Eu me sinto instintivamente, com o jeito que cobras ou aranhas se movem, meu instinto me diz para não chegar perto.

JL: Justo o suficiente.

Matéria Original: Vman Magazine | Tradução: Karolline (Equipe Hero Fiennes-Tiffin Brasil)

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