A versão italiana da revista Cosmopolitan, publicou uma matéria acompanhada de uma entrevista concedida pelo ator Hero Fiennes-Tiffin, durante a passagem da After Tour pela Itália, confira traduzida:

Hero Fiennes Tiffin: “Atuar também significa arriscar”, e vai te conquistar em “After”.

Filho e neto da arte, 21 anos, Hero Fiennes Tiffin promete ser um personagem que permanece em nossos corações no filme “After”.

“Eu não gosto de rótulos, então eu prefiro me diferenciar dos outros.”

Exatamente dez anos atrás, estreou como o jovem Tom Riddle, no sexto capítulo da saga criada por J.K Rowling, Harry Potter e o Enigma do Príncipe, hoje, Hero Fiennes-Tiffin, 21 anos, se torna o rosto sombrio, fashion e romântico de ‘After’, a adaptação do livro-revelação, escrito por Anna Todd (nas salas de cinema dia 11 de abril), onde no papel do jovem Hardin Scott, é o protagonista (juntamente com Josephine Langford) de uma história de amor e crescimento. No entanto, o cinema era algo já em seu destino, dada a família de artistas em que nasceu, filho dos diretores Martha Fiennes e George Tiffin, além de sobrinho de dois excelentes tios como Ralph e Joseph Fiennes, ele também tenta fazer sua carreira. Uma carreira em ascenção, tão na moda que já é consagrado entre os modelos mais populares: desfilou para Dolce Gabbana, e aparece no curta-metragem da marca H&M “The secret life of flowers”, dirigido por Baz Luhrmann.

Vamos começar com o filme: o que te atraiu para esse papel?
“Sua profundidade e complexidade, como [Hardin] é sempre seguro do que faz e diz, uma qualidade que eu não tenho, mas ainda há lados do personagem que consigo me relacionar. Por exemplo, ele combina diferentes estilos e gostos, do clássico ao contemporâneo, ele ama os Ramones, mas ele lê O Morro dos Ventos Uivantes, ele é indubitavelmente diferente, misterioso, tímido, há nele uma sensibilidade estratificada muito fascinante.”

Vocês têm algo em comum?
“Em comparação com o romance houve mudanças, isso não irá decepcionar as expectativas dos fãs, mas é claro que somos duas pessoas diferentes, talvez, pensando nisso, pelo fato de proteger minha esfera privada. Se você trabalha como ator, você certamente leva isso em conta, o ideal é eu preferir falar do meu trabalho, atuar também significa arriscar, ainda que de maneira calculada.”

Moda e cinema, como você gerencia os dois?
“Até agora eu acho que tive muita sorte e habilidade, especialmente em fazer certas escolhas. À medida que minhas perspectivas cresciam, eu via as coisas de um jeito diferente, eu tinha uma noção do que eu queria, e eu devo isso à profissão, aos relacionamentos, interesses, leitura. Ultimamente estou lendo Sapiens por Yuval Noah Harari, uma história de grande reflexão sobre o homem. Desconstruir minhas crenças é um passo que sinto que devo fazer se quiser melhorar.”


Então, quais gostos você tem afinal, já que sabemos muito pouco sobre você?
“Muito simples, eles dependem do meu humor, se falamos de filmes ou música. Mas ter uma variedade em seu guarda-roupa é uma questão de curiosidade, se você quer ficar confortável usando um terno ou se você decide ter uma aparência elegante, às vezes você tem que sair da zona de conforto, para ser mais interessante”.

Vamos voltar ao filme por um momento: quão difícil é ser capaz confrontar suas próprias emoções?
“É difícil para todos. Meu personagem se questiona, ele não conhece a si mesmo e acha que não pode se redimir. Ao invés disso ele ganha confiança no amor, ele se torna menos suscetível, e percebe que nunca é tarde para se redimir.”

Você ainda é muito jovem, onde você se vê em projetos futuros?
“Eu gostaria que eles estivessem cheios de paixão, surpreendentes. Ser ator às vezes representa uma descoberta, para a mente e o corpo, você entra em contato com uma linguagem intensa, rica em nuances, e aí você tem que encontrar as palavras certas, sem remorso. Os pensamentos andam de mãos dadas com as nossas ações, não devemos perder oportunidades.”

Como londrino, como você está acompanhando o que está acontecendo na Grã-Bretanha?
“Uma pergunta para um político (risos), mas pessoalmente eu não sou a favor do Brexit, é um retrocesso, como sair de uma grande organização, pela qual você lutou por anos para ficar dentro. Ficar unido não é um clichê, deve ser o futuro, acho eu.”

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O NOSSO AMOR SEM FIM — CHI MAGAZINE

A revista italiana ‘CHI’ publicou em sua nova edição, uma matéria sobre ‘After’ acompanhada de uma breve entrevista com os atores, Hero Fiennes-Tiffin e Josephine Langford, confira traduzida:

O primeiro capítulo da saga bestseller de Anna Todd chega ao cinema. Os protagonistas da história de amor mais amada pelos adolescentes são dois “parentes da arte” e dizem a “Chi” as honras e responsabilidades de serem os novos Robert Pattinson e Kristen Stewart.

Atlanta (Estados Unidos). Hero Fiennes-Tiffin, 21, e Josephine Langford, 21 anos, em ‘After’. Em 2009, Hero apareceu em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, no papel da criança que mais tarde se tornaria Lord Voldemort: curiosamente, Voldemort é o personagem interpretado na saga por seu tio de verdade, o ator Ralph Fiennes.
Cada geração tem sua prória “moda” romântica. Mães que sonharam com “amor infinito” terão visto suas filhas idolatrarem ‘After’ nos últimos quatro anos (que mais tarde se tornou uma saga) – o bestseller de Anna Todd. O amor na faculdade entre a pura Tessa e o bonito e “malvado” Hardin, um negócio de 1,5 bilhão de leitores na web e 1,5 milhões de cópias vendidas apenas na Itália, hoje se torna um filme, com muito menos sexo explícito do que no livro. Comparado por muitos como “Cinquenta Tons de Cinza” adolescente, ‘After’ se torna um fenômeno como ‘Crepúsculo’: os protagonistas, o inglês Hero Fiennes-Tiffin e a australiana Josephine Langford, ele sobrinho de Ralph Fiennes e ela irmã da protagonista da série ’13 Reasons Why’, compartilham com ‘Chi’ as honras e as responsabilidades de fazer parte disso.

“After” é uma coisa sagrada para os adolescentes.

Hero: É uma grande responsabilidade, é verdade, estar à altura de personagens que todos amam. Tornar-me Hardin foi difícil, mas também gostei muito. Eu sei que inicialmente (quando After era apenas um fanfic na web), Anna Todd tinha baseado a aparência do meu personagem no vocalista Harry Styles, mas hoje a história está ligada a uma imagem diferente.
Josephine: Juntar dois mundos diferentes, o de Tessa, tão inocente, e o de Hardin, tão cheio de dificuldades e surpresas, foi um desafio, mas Anna nos acompanhou em tudo e nos ajudou muito na preparação.

Estão prontos para se tornarem “sex symbol”?

Hero: Eu gosto de pensar que será algo mais que sexo, mas sim, pode ser legal.
Josephine: Estou completamente despreparada.

Ela se apaixona, ele tem um segredo, eles se juntam, há um obstáculo, eles se encontram: o que torna ‘After` mais especial do que isso?

Josephine: São os personagens: Tessa e Hardin são realistas em representar um sentimento e acima de tudo, as suas complicações.

O amor é complicado?

Josephine: Todas as meninas sabem disso.

Vocês já o encontraram?

Hero: Ainda não. Mas tenho bons exemplos para me inspirar na minha família.

Filmando ‘Crepusculo’, Robert Pattinson e Kristen Stewart se tornaram duas estrelas e também um casal. Todos se perguntarão se entre vocês…

Josephine: Todo personagem romântico gera expectativas parecidas, então, estou pronta para os rumores. Mas estou solteira.

Na única cena de sexo (muito mais casta que no livro) dão uma grande importância em usar preservativos.

Hero: Há um delicado equilíbrio entre fazer uma história interessante e, ao mesmo tempo, mostrar bons exemplos, pelo menos em certos comportamentos.
Josephine: Anna queria muito enviar uma mensagem sobre sexo seguro, há um tipo de responsabilidade em tudo isso.
Hero: Em relação à cena, a ausência de nudez tirou um pouco a nossa vergonha. Também ter nos tornado amigos e amigos da diretora nos ajudou: eu sempre ia à casa dela para jogar Fortnite com seus filhos, eu também lavava minhas roupas lá…

Tessa deixa o namorado para o difícil Hardin. Boas garotas preferem os bad boys?

Hero: Perguntem a elas.
Josephine: E quem estabelece isso, a fronteira entre o bom menino e o bad boy?

 

As scans dessa matéria, você pode conferir acessando: heroftbrasil.com/galeria

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Hero concedeu entrevista para a revista “Hero”, que veio acompanhada com um ensaio fotográfico. Confira traduzida abaixo:

Uma década depois da sua estreia nas telonas, interpretando Tom Marvolo Riddle (ou seja, Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado) em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, nesta primavera, Hero Fiennes-Tiffin de 21 anos faz sua transição para o personagem principal masculino, estrelando como Hardin Scott no ferozmente antecipado longa-metragem YA, After.

Nascido na cultura de fandom, o filme começou como uma série de fanfic do Harry Styles, publicada no Wattpad [uma plataforma online de histórias] antes da autora, Anna Todd, assinar um contrato de publicação e trocar o nome de Harry para Hardin. Retratando o bad boy emocionalmente carregado para a caloura ambicioso de Josephine Langford, foi a releitura dessa antiga história de amor que Fiennes Tiffin explica que o conquistou pela primeira vez.

Zoe Whitfield: Qual foi a primeira coisa que te atraiu para esse projeto, After?

Hero Fiennes Tiffin: Inicialmente foi a complexidade do personagem. Obviamente todos os personagens tem camadas, mas o papel que eu interpreto tem camadas mais profundas e escuras que ele realmente suprime, o que é ótimo para um ator. O projeto ia e voltava algumas vezes — Eu lembro que sempre ficava aparecendo — então eu já estava familiarizado com isso, porque eu fiz muitas audições antes de ir pra frente.

Zoe: E vocês filmaram em Atlanta, certo?

Hero: Filmamos. Foi divertido, pelo o que eu pude experienciar de Atlanta, de qualquer maneira, porque passávamos 95% do tempo no set ou em um trailer com ar condicionado, então tivemos muito pouco tempo para explorar. Mas do mínimo de que saímos, eu amei aquilo e quero voltar. Eles têm um aquário enorme, um dos maiores do mundo. Eu amo aquários então foi divertido, mas esse foi mais ou menos o tanto que a gente explorou.

Zoe: Você tem um peixe?

Hero: Não tenho. Eu gosto da ideia de ter um peixe, mas não quero ter um tanque de peixes até eu poder, tipo, incorporar isso na minha casa de um jeito adequado. Entende o que quero dizer? Eu sinto, tipo, tanques de peixe bem ali, parecendo estar um pouco…

Zoe: Fora do lugar?

Hero: Isso. Eu sou tipo vá fundo ou vá embora, então não vou fazer isso até eu poder fazer corretamente.

Zoe: Com After, você estava ciente que era um livro – e uma fanfic do Harry Styles – antes do filme aparecer no seu caminho?

Hero: Não, eu não fazia ideia, e eu quase fiquei suspreso por não fazer ideia disso, vendo os números [vendas] por trás. Foi estranho como isso não passou pelo meu radar.

Zoe: Como você se sente sobre a cultura de fandom na qual After nasceu?

Hero: Se ficar extremamente hardcore, não é o mais saudável. Mas geralmente, em todos os sentidos, é bem legal. Você sabe, quando é controlado.

Zoe: Você sabia que tem uma equipe das Filipinas espalhando a palavra do Hero no twitter?

Hero: O que você quer dizer com equipe das Filipinas?

Zoe: Tem uma conta no twitter das Filipinas com 542 seguidores, o user é @HeroFTPH. Você acha esse tipo de atenção estranha?

Hero: É, é um pouco estranho – requer tempo para se acostumar com isso. Mas eu acho que ainda é uma forma de admiração e respeito pelo o que eu faço, então eu pego os pontos positivos disso e aprecio o que eles estão fazendo.

Zoe: Você recentemente usou seu Instagram para dar apoio à uma marca de moda de um amigo, isso é algo que você está consciente? Dado que você tem cerca de meio milhão de pessoas assistindo?

Hero: Um milhão por cento. Eu acho que todo mundo deveria apoiar seus amigos, especialmente se eles têm uma plataforma para fazer isso. Ser apto para poder fazer isso é incrível.

Zoe: Eu vi em um evento que você foi, que você mencionou algo sobre seus amigos te zoando por seu trabalho como modelo?

Hero: É uma zoeira de amigos. Para ser justo, eu poderia trabalhar em um café e ainda assim ser zoado de algum jeito [risos]. São só algumas brincadeiras, mas eles me dão muito apoio. Esses tipos de piadas mantém você centrado, me mantém em boa forma.

Zoe: E como você achou a responsabilidade de interpretar um principal em After?

Hero: Nós fomos muito bem apoiados pela escritora e diretora, que estavam no set todos os dias. Passamos muito tempo na casa da Jenny [Gage, diretora] realmente nos aprofundando em tudo — e também jogando muito Fortnite com os filhos dela [risos]. Então eu não me senti sozinho de jeito nenhum, mesmo eu estando longe por dois meses, e eu nunca tinha ficado longe por tanto tempo assim. Nós todos nos demos muito bem. Eu posso imaginar que com gravações longas, as pessoas provavelmente voltam para seus quartos de hotéis por conta própria, mas nós fomos sortudos o suficiente por ter um elenco e equipe que fez tudo correr muito bem.

Matéria Original: Hero Magazine | Tradução: Beatriz Frazão (Equipe Josephine Langford Brasil)

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O futuro rei do YA e sua rainha na tela discutem sua adaptação “excitante”, “After”.

No Dia dos Namorados, o primeiro trailer oficial de After provocou uma história de amor diferente de qualquer outra que o grupo YA provavelmente viu nas telonas sem a supervisão de um adulto. Além de colocar os adolescentes e os pais em alerta máximo, o trailer nos apresentou duas estrelas em formação: Hero Fiennes Tiffin e Josephine Langford, que interpretam os amantes Hardin e Tessa. Baseado na série de livros After, After, o filme, que chega aos cinemas em 12 de abril, segue Tessa por um buraco de coelho de 50 tons, adjacente a Hardin, uma presença de Harry Styles que ela encontra em seu campus universitário.

Como os românticos protagonistas do filme, Fiennes Tiffin e Langford podem estar na crista de um blockbuster de busca de calor, mas nenhum dos dois é um estranho para o brilho do holofote; Nascido em Londres, Fiennes Tiffin é sobrinho dos atores Joseph e Ralph Fiennes, enquanto sua colega australiana é irmã de Katherine Langford, estrela de Os 13 Porquês. Mas, como descobrimos quando o casal na tela sentou-se recentemente com V, experimentar a fama em primeira mão é outra história – que inclui tudo, desde assistir a suas próprias cenas escandalosas com a família ao manuseio de cobras.

Leia a entrevista completa abaixo:

 

JL: Devo começar? Vamos apenas falar aleatoriamente. Como você era na escola?

HFT: Acho que eu era muito diferente na escola. Eu mudei muito, mas eu era um cara legal, eu acho. Eu não me meti em muita confusão. Quando olho para trás, sinto falta daqueles momentos com meus amigos. Como você era na escola? O que te atraiu a atuar, ou quando você pegou o rumo?

JL: Na escola, eu era a criança estranha, eu acho. Mas no começo eu achei [atuar] divertido e sabia que era algo que eu queria fazer, então [eventualmente] eu comecei a tentar entrar na indústria.

HFT: Eu sei o que você quer dizer. Todo mundo é estranho na escola, na verdade. Qual foi sua primeira obsessão quando criança? Eu acho que sei… Foi “Eurovision”? Podemos concordar que discordamos que isso seja mais importante que a Copa do Mundo…

JL: [Risos] Ah! Eu amo o Eurovision! É a melhor coisa do mundo e deve ser uma visualização obrigatória. Eu poderia falar sobre isso por um tempo…

HFT: Falando de música, foi One Direction, [a inspiração para After], um grande sucesso crescente na Austrália?

JL: Foi tão grande quanto em qualquer outro país. Eu escutei um dos seus álbuns e pensei que era bom, mas eu não, necessariamente, fazia parte do fandom.

HFT: Você soou bastante defensiva aí! [Risos]

JL: [Risos] Eu acho que eles estão indo bem como artistas solo! Você era fã? Que música você gosta?

HFT: Eu gosto de pensar que eu ouço uma variedade, mas minha playlist é dominada pelo rap do Reino Unido. E você?

JL: Um monte de coisas. São músicas honestamente individuais, em oposição a artistas ou álbuns – o Spotify realmente contribuiu para isso. Que livros você leu quando criança? Você era um grande leitor?

HFT: Hum, eu definitivamente não li tanto quanto deveria [ler]. O primeiro livro que li foi Horrid Henry – Vocês tiveram isso? É sobre esse garoto, Henry, que está em apuros o tempo todo e aborrece seu irmão, Peter. Eu sou o mais novo [na minha família], então eu me identifiquei mais com Peter, e meu irmão era mais um Henry. Enfim, estou me aprofundando muito nisso [de ler].

JL: Falando sobre livros, como você conseguiu sem papel em Harry Potter e o Enigma do Príncipe?

HFT: Minha mãe é diretora no Reino Unido e ela conhecia as pessoas que estavam escolhendo o elenco; eles não tinha encontrado [alguém para] o papel [do jovem Tom Riddle] ainda e perguntaram se um dos filhos dela queria fazer audição. Ela teve que me persuadir um pouco; Eu não achei que ia conseguir o papel e [fazer audição] significava perder seis dias de aula, basicamente. Mas, eventualmente, eu consegui o papel, para minha surpresa…O que você achou de After quando leu o roteiro?

JL: Eu estava em um avião na primeira vez que li. Achei que era uma ótima história e que era um pouco excitante. [Com o tempo] eu ganhei mais confiança no que estávamos fazendo e fiquei mais e mais ansiosa para o filme. E você?

HFT: Sempre achei difícil responder esse tipo de pergunta… Mas [eu reagi] estranhamente parecido com você; [Achei] que era uma ótima história.

JL: Tem alguma cena que você está ansioso para assistir no filme? Ou uma que você não está ansioso para ver? [Risos]

HFT: Eu não estoy ansioso para ver muitas cenas com meus amigos e minha família. Estou ansioso para assistir as cenas em que eu não estou, tipo as cenas que você volta pra casa… Foi um desafiou manter seu sotaque americano para a Tessa?

JL: Não foi, porque eu tentei falar desse jeito o máximo que podia, às vezes muito irritante.

HFT: Por quanto tempo você manteve o sotaque?

JL: Acho que eu estava até usando isso [fora do set]. Tem algumas situações, quando você está na América, que as pessoas te entendem melhor sem sotaque australiano. Quando você leu o roteiro, imaginou alguém como Tessa?

HFT: Outra atriz [que precisou sair] foi originalmente escalada para interpretar a Tessa, então minhas expectativas mudaram [a esse respeito], obviamente. Mas depois disso, o processo foi direto; Eu não criei nenhuma expectativa, realmente.

JL: Eu não imaginei mais ninguém também… Você é britânico, e seu personagem era britânico, então isso atendeu às minhas expectativas. Você não tem tatuagens e o personagem tem, então isso os desafiou! Em termos de colaboradores, há algum com quem você gostaria de trabalhar?

HFT: Minha mãe. Adoraria ser dirigido pela minha mãe.

JL: Essa é uma boa resposta! Você já ficou “tietando”?

HFT: Eu acredito que não. Você já?

JL: Não. Teve uma entrevista que fiz há 2 anos atrás e que ficou um pouco fora de contexto, dizendo que eu estava “tietando” alguém em um filme. Mas isso não aconteceu realmente. Definitivamente, existem pessoas que conheci e que respeito, mas estou realmente consciente do fato de que por trás [da fama] há um ser humano e uma pessoa normal.

HFT: Você tem algum medo? Do que tem medo?

JL: [Rindo] Fico feliz que tenha perguntado isso! Há um mito que está sendo perpetuado de que eu tenho medo de cobras. E eu não tenho medo de cobras!

HFT: [Rindo] Você sabe onde isso começou?

JL: Você!

HFT: Ok, foi uma suposição incorreta, baseado no fato de que você é da Austrália, mas você se assustou com aqueles pequenos insetos aquáticos, eu presumi que você também teria medo de cobras. [Risos] Me desculpe por criar o boato.

JL: Eu só quero esclarecer que eu tenho uma apreensão muito normal e natural em relação aos animais que podem matá-lo como cobras ou ursos, mas eu nunca vou gritar ou dar chilique se eu o ver porque isso seria incrivelmente estúpido. Eu segurei uma cobra para um ensaio fotográfico!

HFT: Oh! Eu também! Para uma ensaio diferente. Como foi para você segurar a cobra?

JL: Eu pedi para segurar a cobra. Era uma cobra albina muito fofa e eu fiquei tipo “Posso segurá-la?” Eu acho que o nome dele era Ben. Como foi segurar sua cobra?

HFT: Por sorte, ele fez xixi no dono antes de eu pegar, então não teve que fazer xixi em mim. Foi legal, mas eu não me sinto tão inclinado a segurar a cobra. Eu me sinto instintivamente, com o jeito que cobras ou aranhas se movem, meu instinto me diz para não chegar perto.

JL: Justo o suficiente.

Matéria Original: Vman Magazine | Tradução: Karolline (Equipe Hero Fiennes-Tiffin Brasil)

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Mais um trecho da tão aguardada entrevista de Hero para Wonderland Magazine foi divulgada, deste vez pelo famoso Just Jared. Confira traduzido:

O ator de After, Hero Fiennes-Tiffin descreve como ele lida com a filmagem de cenas românticas

Hero Fiennes-Tiffin está elegante na capa da edição de primavera de 2019 da Wonderland.

Veja o que a estrela de After, de 21 anos, compartilhou com a revista:

Sobre seu personagem em After, Hardin Scott: “Eu definitivamente aprendi a não julgar meu personagem, porque há momentos em que você quer… Sabe quando você está gritando com a tela durante um filme? Eu senti que Hardin é muito assim. Mas também é ótimo, como ator, interpretá-lo, porque é esse tipo de coisa impulsiva e ilógica que você realmente precisa estar envolvido para fazer isso.”

Sobre lidar com fãs recém-encontrados: “Eu não leio muito [os comentários do Instagram]. Há coisas que você deveria ouvir das pessoas quando as conhece [pessoalmente]… E há algumas coisas que as pessoas estão confortáveis ​​demais para dizer por trás de um teclado… Estou contente em ouvir apenas o que ouço quando dizem na minha frente, ao invés de precisar, ou me sentir inclinado a ler essas coisas. Parece pouco natural para mim. Eu aprecio muito tudo isso, obviamente… A ‘coisa’ repentina da fama tem sido um pouco impressionante, mas você sabe, é tudo legal.”

Sobre as cenas românticas: “É a mesma coisa com toda atuação… quando algo parece estranho antecipadamente, seja você ficando realmente irritado do nada em um quarto silencioso, ou se você está fazendo cenas íntimas de sexo, você está lá para trabalhar e todos os outros estão lá para trabalhar.”

  • Matéria Original: Just Jared | Tradução: Caroline (Equipe Hero Fiennes-Tiffin Brasil)
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Confira abaixo a tradução da entrevista de Hero para a Elle Magazine:

Hero Fiennes Tiffin – cheirando levemente a fumaça de cigarro e mexendo gentilmente seu semiacabado coquetel – tem falado sobre amor e relacionamentos por quase meia hora quando finalmente solta a bomba. ‘‘Por incrível que pareça’’, ele começa, um pouco receoso, ‘‘Eu nunca tive, tipo, um relacionamento sério. Eu nunca tive uma garota que eu chamaria de minha namorada.’’

É uma revelação surpreendente vindo de um ator britânico de 21 anos, que é, francamente, bastante adaptado em fazer os tipos de coisas que garotos que possuem muitas namoradas fazem. Sentar-se diante dele é testemunhar uma montagem de comportamentos de galã. Ele está correndo seus dedos através seu cabelo, piscando uma vez você perderá um sorriso com covinhas, lambendo seus lábios antes de navegar em um ponto particularmente apaixonado. Ah, e tem também o fato que seu retrato faiscante de Hardin Scott na próxima adaptação de fan fiction de One Direction, o filme After, seu primeiro papel principal, parece, bem, praticado.

Para muitos adolescentes na internet, Hardin representa o último namorado mal. Inspirado pelo cantor da 1D, Harry Styles, o personagem apareceu pela primeira vez em uma saga de mais de 2.500 páginas, publicada na plataforma Wattpad, onde já acumulou mais de 1,5 bilhão de leituras. Quando a Gallery Books lançou o livro como uma série de livros em cinco partes, tornou-se um fenômeno literário genuíno. Basta dizer que há mais do que algumas garotas que pretendem ver o novo filme de Fiennes Tiffin na noite de estréia no próximo mês.

A ninharia em nível de especialista do jovem ator também chamou a atenção de diretores de elenco na indústria da moda. Seu sorriso carinhoso aparece proeminentemente em um filme de moda Erdem x H&M dirigido por Baz Luhrmann em 2017, e Fiennes Tiffin está atualmente vestido com calças slim e um moletom cinza, ambos presenteados a ele pela Dolce & Gabbana depois que ele apareceu em uma de suas campanhas. ‘‘Na pequena quantidade de trabalho que fiz como modelo, sempre me disseram que eu nunca sorrio,’’ ele diz. ‘‘Se eu for dito para sorrir, vou sorrir. Mas meu normal é uma cara de parafuso. Cara séria. Um olhar zangado. Acho que isso me beneficiou em interpretar o Hardin.’’ Ele ri dessa constatação. ‘‘Sorrir não era comum em muitas cenas.’’

O primeiro papel distintamente sombrio de Fiennes Tiffin foi o jovem Lord Voldemort, também conhecido como Tom Riddle de 11 anos, em Harry Potter e o Enigma do Príncipe – que ele conseguiu, em parte, graças a sua relação (e semelhança) com Lord Voldemort adulto, interpretado por seu tio Ralph Fiennes. Quando perguntado qual nome é mais pé-no-saco para viver – seu primeiro ou o último – ele se inclina para trás em seu banquinho, geme e solta uma pequena risada. ‘‘Essa é uma boa pergunta’’, ele responde, embora no final se recuse a morder a isca. ‘‘Eu não penso nisso como um pé-no-saco. Eu penso nisso como uma benção.’’

Ao invés de falar sobre sua família do show biz (seu outro tio que é ator, Joseph, e seus pais, uma diretora de cinema e um diretor de fotografia), Fiennes Tiffin é mais feliz em falar sobre seus amigos. Eles são os ‘‘Garotos M’’, um grupo de 20 pessoas com quais ele cresceu e continua em contato via um grupo gigante de mensagens; a prima dele, cujo ele planeja se encontrar mais à noite (‘‘Feliz aniversário, Cheyenne!’’ ele grita na minha gravação); e uma garota chamada Ruby, cujo ele agradece por ter recomendado uma joalheria por perto onde ele logo procurará uma nova corrente.

Há poucas evidências do lado excitável e indisciplinado de Fiennes Tiffin em Hardin, e o bad boy desleixado vestindo uma camiseta do Ramones provavelmente zombaria das escolhas de indumentária mais atormentadas do ator. É provavelmente para o melhor que Fiennes Tiffin (que também foi recentemente escolhido para interpretar um soldado da União no drama de guerra Freedom’s Path) se distancia do personagem um tanto problemático, já que a série já provocou intensos debates sobre que tipo de mensagem a dinâmica entre Hardin e seu interesse amoroso, Tessa (Josephine Langford), envia para mulheres jovens, e se esse gênero de fan fiction de tesão e torto é muito retrógrado para a nossa era pós #MeToo. Ainda assim, Fiennes Tiffin está confiante de que o filme caiu no lado certo das coisas, em grandes e pequenas formas. ‘‘Houve uma direção onde estamos rindo e fugindo de alguém, e Tessa tropeça e Hardin a estabiliza,’’ ele diz. ‘‘E a diretora disse, muito bem colocado,: ‘Esta é uma direção sem sentido. Assume-se que as meninas não podem correr sozinhas.’ Foi uma das muitas coisas que estávamos conscientes ao filmar.’’

Veja: Hero Fiennes-Tiffin confirmado em novo projeto cinematográfico (Freedom’s Path)

Os fãs, por sua vez, têm poucos escrúpulos. Com cada notícia relacionada à After, Fiennes Tiffin se prepara para uma enxurrada de seguidores no Instagram – muitos deles usam emojis de olhos de coração e chorando de felicidade, junto com comentários do tipo: ‘‘Eu amo você com todo o meu coração’’ e ‘‘Minha eu da sétima série está chocada.’’ E quando os recursos não chegam rápido o suficiente, os próprios fãs fazem (caso em questão: o ‘’trailer’’ montado e remendado dos trabalhos anteriores de Fiennes Tiffin e Langford), o que faz sentido considerando as origens de After. Tem sido um furacão para alguém que até recentemente era mais conhecido por interpretar um pré-adolescente Tom Riddle. ‘‘Foi tão chocante para mim quanto para qualquer outra pessoa,’’ ele admite. Então, como se fosse uma sugestão, ele lambe os lábios e diz: ‘‘É difícil, mas de um jeito bom.’’

Matéria Original: Elle Magazine | Tradução: Rebecca e Karoline (Equipe Hero Fiennes-Tiffin Brasil)

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